Aventuras de uma rolinha

Quase todas as manhãs uma rolinha invade minha sala. Acredito que ela tenha se sentido convidada por umas cascas de sementes, comida da nossa calopsita, que assopramos na sacada.

A rolinha começou como quem não quer nada, fazendo uma paradinha na sacada algumas vezes durante o dia. Meu filho certa vez ficou assustado porque achou que tinha um “bicho marrom” morando na “casinha” do ar condicionado, não queria nem chegar perto da tal casinha com receio do bicho fazer-lhe algum mal…rs.

Certo dia, saímos de casa e por causa do calor deixamos a porta que dá para sacada aberta. Quando chegamos havia um espetáculo de pontos verdes molhados pela casa inteira!  Havia não uma, mas duas rolinhas tentando sair da sala, voando desesperadas, batendo com seus bicos no vidro, achando que aquela transparência era o ar livre para onde queriam correr. E os pontos verdes molhados? Dá pra imaginar!?

Com paciência, meu marido as direcionou para fora, elas voaram rapidamente e ele encarou a saga da limpeza do chão.

Na segunda vez, acordei antes das 6h com a calopsita “apitando” bem alto, agitada e feliz da vida. Era a “amiga” dela – minha filha chama a rolinha de amiguinha da calopsita – dando novamente o ar da graça. Eu, com receio e muita dificuldade, consegui direcioná-la para a saída.

Meu filho entrou em desespero porque o bicho marrom estava cada vez mais perto dele e passou a querer, num calor de 40 graus, deixar tudo fechado com medo da rolinha entrar.

Sempre que deixamos alguma brechinha na sacada, a amiguinha da calopsita entra para papear com ela, só que a “calô” é escandalosa demais e as conversas não duram muito, já que um ser humano chega e assusta a bichinha marrom.

Da última vez, minha filha gritou desesperada: “tem um pássaro aqui!!”, enquanto a rolinha tentava, mais desesperada ainda, ultrapassar o vidro da sala.

Essa rolinha gosta mesmo de aventuras e visitar minha casa deve ser a maior delas!

Onde estão nossas lembranças?


Estive procurando fotos impressas dos meus filhos quando bebês, os dois últimos mais precisamente, e não encontrei. Estão nas nuvens ou arquivadas em discos rígidos e até em CD’s, DVD’s e pen drives.

Pessoas munidas de suas câmeras digitais – basicamente aparelhos celulares – tiram fotos à vontade, afinal, há espaço interno suficiente e ainda um cartão de memória com vários Giga.

De uns aninhos pra cá, temos tido essa facilidade de registrar tudo e todos os momentos, em todos os lugares possíveis, nos mais improváveis e até bem inconvenientes. Nos demos ao luxo de gastar nosso “rolo de filme” sem limites de fotos e, infelizmente, de senso também.
Não precisamos mais esperar todos chegarem para uma única foto ser tirada juntos, não precisamos mais controlar o “filme” pra durar uns três meses e para não gastarmos muito tendo que revelar mais de trinta e seis poses. Nem lamentarmos até às lágrimas quando a tão esperada foto sai cortada ou manchada. Podemos verificar isso tudo em tempo real! Imagino o quanto que um fotógrafo das antigas não teria a acrescentar a este trecho do texto…

Com toda essa facilitação, praticidade e por que não prazer, também não temos mais aqueles albinhos que as lojas de revelação nos entregava junto com as fotos para acomodarmos nossas fotinhos na ordem que quiséssemos e guardar nossas lembranças. Também não temos mais a organização, a diligência e o controle da época das únicas 36 poses… Sim, estou generalizando. Admiro muitíssimo quem consegue reservar tempo para selecionar 100 dentre as mil fotos digitas arquivadas, transferir para um pen drive e levar à loja para impressão ou enviar via e-mail. Confesso que já admiraria quem faz a primeira parte, porque a segunda etapa é muito tranquila diante da paciência da primeira.

Sentimos saudades ou vamos lembrar de certas pessoas e momentos quando temos que fazer um backup para formatar um computador ou encontramos um CD ou DVD de fotos perdido em alguma gaveta do armário. Geralmente, é nesses lugares agora que ficam nossas lembranças. Não mais naquela caixa cheia de fotos, que pegávamos em família pelo menos uma vez por ano ou a cada dois para rir, chorar, contar histórias e até fazer a limpa, dependendo do histórico de cada uma.
Tá tudo tão corrido e tão prático, que até as lembranças entraram nesse esquema do momento, longe da nossa memória e menos presente no depois, onde ela seria fundamental.

Eu queria aprender o idioma de Deus, mas só aprendi a ler mesmo…

biblia

Passei muitos anos da minha vida lendo a bíblia e livros religiosos. Não perdi tempo, adquiri conhecimento e fui ajudada por essas leituras em alguns momentos.

Contudo, poderia ter lido mais, coisas diferentes, fora do universo da minha religião. Infelizmente, eu tinha receio de aí sim, perder tempo lendo coisas “do mundo” e não as de Deus, conforme meu entendimento do que seria ou não de Deus.

Fui criada numa casa em que os livros eram quase que pessoas, dividiam lugares comigo! Tinham espaços decorados e eram muitíssimo amados por minha mãe.

Durante a infância não me interessava muito, infelizmente, mesmo com a insistência e incentivo de mamãe. Lembro de ter lido a coleção do Sítio do Pica-pau Amarelo, de Monteiro Lobato e pesquisar coisas na Enciclopédia completona que tínhamos em casa. Também lia jornal e não entendia absolutamente nada e amava a Revista de Domingo, que vinha no JB.

Como me converti à fé cristã evangélica durante a adolescência e passei a me interessar pela leitura bíblica, fui aprimorando meu gosto pela gramática, que já era minha queridinha de tempos atrás. A bíblia tem uma linguagem rebuscada, caprichada no português culto e isso me fazia pesquisar bastante em dicionários o significado de muitas palavras. Também já estava acostumada com isso, todas as vezes que eu perguntava a minha mãe o significado de uma palavra, ela me mandava ir buscar no “pai dos burros”.

Mas é bem diferente buscar porque mandaram e buscar porque se quer. Então o querer me fez crescer bastante.

Como a bíblia foi traduzida de idiomas “estranhos”, o significado em português de alguns vocábulos ainda não era suficiente pra mim. Eu queria conhecer Deus e na língua dele, por favor!

Quis estudar Teologia para descortinar os mistérios linguísticos divinos e dar um “up” na minha vida espiritual. Foi aí que entrei no seminário e, inevitavelmente, os horizontes se expandiram.

Tive que ler um monte de autores “seculares” e de outras vertentes cristãs, acostumar com uma leitura que não tinha nada a ver com a devocional que eu conhecia. Doeu tudo em mim. Mas era dor de crescimento.

Passei, então, a me interessar verdadeiramente pelo “mundo” . (Aqui dá até pra fazer uma leitura cristã da coisa… Mas acho que só crente “desiludido” entenderia…rs).

Abri os olhos e a mente para leituras que não fossem devocionais, orientações doutrinárias, testemunhos de conversão e vida ou histórias de missionários.

Há uns poucos anos venho lendo livros de diversos temas e tipos, tem sido divertido e compensador.

Hoje, à bíblia sou grata, ela também foi um meio para que eu aprendesse a ler um pouco mais e melhor.

Relatos de uma operária sem noção

funcion

Primeiro dia como funcionária de um supermercado:
Cliente nervoso:
– Minha filha fala rápido onde posso trocar esse frasco de detergente estourado?
Funcionária uniformizada:
– Não sei, senhor. Pergunte a alguém do mercado…
Cliente mais nervoso ainda:
– E você é o quê?

Primeira semana de trabalho após retorno da licença maternidade:
Atendente de telemarketing:
– Meu nome é “tal”, com quem eu falo e em que posso ajudar?
Cliente fala sem parar, nervosamente, explicando o problema com sua linha telefônica.
Atendente cochila do nada.
Cliente grita e xinga horrores, perguntando se ainda tem alguém na linha.
Atendente desperta assustada:
– Meu nome é “tal”, com quem eu falo e em que posso ajudar?
Cliente:
– Tudo de novo??!!! É uma piranha!

Funcionária, navegando na internet, evangelizando em bate-papo, é chamada à sua missão por seu superior e responde:
– Só um instante, já respondo! O cara aqui (com quem estava “teclando”) é satanista, tô quase lá…

Dia 109 – Desafio 20 quilos em 20 semanas

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Semana 15.
81,15 Kg

Estou há pouco mais de uma semana abstendo-me de pães, arroz e demais carboidratos e doces.
Eu consumia pão integral ou francês, tapioca com maior frequência que os outros e arroz praticamente todos os dias, pelo menos no almoço.
Simplesmente amo arroz! E pão, farofa e feijão… Por mais que em pouca quantidade, tava rendendo mais uma manutenção de peso do que perda…
De pouco mais de uma semana pra cá, abandonei quase que totalmente esses alimentos.

A ansiedade tem diminuído, o tempo de aeróbicos também. Já não preencho mais o aplicativo de pontos, por já ter uma noção de quantos pontos corresponde cada alimento.

Com as festas de fim de ano se aproximando, acho que é melhor equilibrar agora, porque certamente, não deixarei de comer, por mais que em menor quantidade.
Um exemplo é o panetone que, simplesmente amo demais e só como duas vezes por ano! Super hiper calórico um pedaço apenas! Rabanadas… Nem conto quantas calorias tem… Arroz incrementado, cheio de coisa gostosa dentro – exceto passas! – e doces variados. Fora a farofa e salada de maionese, que amo muuuiiito!

Bem, não serão dias fáceis, mas passarão… E o ritmo comum do trivial vai continuar, a vida, a luta, a rotina. Tudo voltará ao que chamo de normal. Então, que eu me divirta :-D!

Leituras e sentimentos

mulhernegra

Interesso-me demais por história. Brasileira, mulher negra, busco entender os primórdios, nossa caminhada até aqui. Tenho lido livros que retratam um pouco do Brasil Império. É impressionante como me sinto excluída da história contada.

Como mulher, a submissão absurda a que fomos submetidas, sem direitos, sem vontades, tivemos que “aproveitar” as chances de um bom casamento, dinheiro e nome. Sermos boas esposas para não perder os “privilégios”, lutar com unhas, dentes e muitas artimanhas e manipulações para nos manter como a “oficial”, não permitindo que nenhuma amante ultrapassasse o limite das “aventuras” masculinas.

Coloquei no plural o parágrafo acima porque também sou mulher, mas sinceramente, isso acontecia entre as mulheres brancas. As narrações da época imperial tratam de mulheres brasileiras vindas de famílias europeias e as próprias europeias que aqui viviam.

As mulheres negras eram as escravizadas, totalmente oprimidas, usadas, tratadas de forma descartável, como coisa, objeto, nem pra ostentar serviam,  a não ser que fosse como bem material, como posse para evidenciar a riqueza e poder do “senhor”.

Não tinham direito a perfumes, joias, roupas decentes, camas confortáveis, boa alimentação. Não davam ordens, não tinham direito à família, seu marido e filhos poderiam ser mortos ou vendidos a qualquer momento e por qualquer motivo, bastava um “senhor” querer. Mulheres brancas sim, por mais tristes que fossem – e deviam ter mesmo uma vida desgraçada – ainda podiam se banhar, dormir, comer e curtir seus filhinhos sem medo de perdê-los por qualquer motivo banal.

A mulher negra não tem sua história contada no Brasil, há que se caçar pesquisas, historiadores, pessoas dedicadas a assuntos específicos relacionados a população negra para termos uma noção, pequena que seja da nossa identidade.

Bem sei que mulheres negras são fortes, ousadas, corajosas. Rainhas e princesas de dinastias africanas. Lideranças proeminentes. Sei, mas não sei detalhes. Observando e pesquisando, aos poucos vamos descortinando a visão.

Caminhos femininos, mas diferentes.

(imagem encontrada via Google)

Fofocas do Império – parte 1

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Vista da quinta com o Paço de São Cristóvão por volta de 1820. Retirada da Wikipedia.

Li um romance da Sonia Sant´Anna, Leopoldina e Pedro I. Por curiosidade, li também A Marquesa de Santos, escrito na década de 20. Atualmente, leio 1808.
Todos falam sobre a vida na corte, no tempo do império, em mil oitocentos e lá vai. Parece longe, antigo, velho, mas não há nada mais atual! Impressionante a nossa capacidade de mudar não mudando, de construir museus de novidades. Sinceramente, não sei se a esperança aumenta ou diminui diante do conhecimento da história com sua evolução inevitável e diante do ser humano que não quer saber de história e praticamente, não evolui. Ah, mas tem os que querem saber de história e se aproveitam dela pro seu bel prazer.

Bem, resolvi me divertir com os “causos” – alguns nada divertidos – citados nos livros, que por mais ficcionais que alguns sejam, têm um fundo, lateral e frente de verdade… o conteúdo, de repente é que precisaria ser aprimorado nos detalhes…

Leopoldina era princesa da Áustria, curiosa, estudiosa, inteligente, mas infelizmente, obediente… como todas as princesas ou maioria, teria que servir ao seu marido e a seu país… Mais balela não há.
Esta jovem foi enganada por um dos assessores da corte – não recordo o título correto nem o nome do ser a que me refiro – a vir para o Brasil e casar-se com Pedro I, aproveitando-se da curiosidade e interesse da moça pelo Brasil e suas riquezas naturais, como fauna e flora abundantes.
Diante da possibilidade de casar-se com um velho obeso e feio qualquer e ainda por interesses entre os reinos de Áustria e Portugal, a menina se animou a casar-se com Pedro I, jovem e bonito.
A princesinha sonhava com seu príncipe, com seu amor… desfalecia só de pensar em quando veria seu amado, pois casou-se mesmo antes de conhecê-lo pessoalmente, conhecendo-o apenas por foto/pintura.
Em contrapartida, Pedro, no auge de sua juventude, um malandrinho da corte, um “bon vivant” irresponsável, queria curtir a vida e desfrutar dos prazeres da juventude, com mulheres e aventuras mil, sem limites, incontáveis! Estava, na verdade, se lixando para casamento, queria a liberdade dos jovens sem compromisso com a coroa e a família real, porém desfrutando dos privilégios que esse vínculo lhe proporcionava.
Mas teve que casar, para o bem e a paz da família real e dos interesses das cortes europeias envolvidas no negócio, sim negócio e somente isso.

Quando Leopoldina chegou ao Brasil, feliz da vida e cheia de sonhos, logo viu que não era tudo aquilo que pensava. No início foi interessante, mas depois, Pedro foi mandando embora aqueles que amparavam a princesa por aqui, até deixá-la sozinha e sem amigos. Vivia na esbórnia com suas amantes enquanto a esposa, em casa, sofria por não ter o amor de seu amado. Ambos eram jovens quando se casaram, menos de vinte anos.
Pedro curtia sua juventude e Leopoldina em casa, ficava com os filhos e comia, comia…
Chegou a viver só, praticamente sem marido, pois este, construiu e aparelhou praticamente um palácio para uma amada amante, bem pertinho de sua casa, onde fazia festas, bebia, transava e se divertia com amigos.

A Imperatriz Leopoldina morreu jovem, aos 29 anos, triste, perturbada e abandonada em seu palácio, devido a uma hemorragia e complicações num parto. Já havia dado a luz 7 filhos e filhas.

(O texto vem carregado de impressões minhas, apesar de baseadas nas leituras. Não sou chegada a fofocas, mas cedi às “curiosidades” em se tratando dessa corte horrível, mexeriqueira e exploradora. Ô herançazinha ruim que ficou por aqui…)

Dia 92 – Desafio 20 quilos em 20 semanas

Dia 92. Semana 12.
82,80 kg.

balanca-tranquilaPassou voando da quinta para a décima segunda semana!
Tenho me conformado em apenas conseguir manter o peso… Sair para passear, viajar, visitar e receber amigos estando em restrição alimentar é torturante para quem gosta de comer. Ô sofrimento ruim!!

Estava mantendo uma certa constância nos exercícios, mas vieram as férias de um dos filhotes e minha rotina desandou… Tudo que sai do script perturba um pouco e para encaixar uma nova rotina, pra mim, é complicadinho pacas.

Fiquei uma semana sem ir à academia, antes disso, saí algumas vezes, fiz comidas diferentes, lanches para as crianças, recebi amigos e visitei também. Viajei. É, não foi, nem tem sido fácil… As festas de fim de ano estão batendo à porta e o desespero também!

Mas, sendo bem sincera, não tenho me sentido culpada, nem ficado ansiosíssima. Tenho aprendido que o processo de emagrecimento, pelo menos no meu caso, pode não ser tão fácil quanto eu imaginei. Na verdade, eu não imaginei que seria fácil em momento algum, mas é ainda mais difícil do que pensei!

Já estou feliz com a perda de cinco ou seis quilos e por pelo menos não engordar tudo de novo.
Não esqueço do meu compromisso, mas não quero ser dominada por isso.

Aparentemente, meu desafio já babou, pois de acordo com a semana, eu já deveria estar com pelo menos onze quilos a menos, estou atrasada em seis quilos! Mas vou seguindo. Ainda faltam quinze no total e vou alcançar os 67 kg, ah se vou!!

Dia 36 – Desafio 20 quilos em 20 semanas

emagreci
Dia 36, semana 5.
82,90 kg.

Opa! Finalmente na casa dos 82! Falta muuuuito ainda, mas ver – e sentir – o progresso é bem legal.
Falta pra mim umas receitas legais, fora do trivial… é chato ficar comendo sempre as mesmas coisas. Porém, já fico muito tempo na cozinha preparando comida, lavando hortaliças, cortando legumes e toda mínima movimentação na cozinha gera louça para lavar! Não desejo ficar mais tempo ainda preparando comidas diferenciadas… Vou ter que criar um estímulo a mais para essa parte. Por enquanto fico no que dá.
Tapioca com queijo rola solta. Brócolis não sai mesmo do cardápio. Batata doce também não. Bananas sempre perto de mim!! Mamão e maçã sempre à mão. Granola e aveia não faltam, fora as verduras, sempre presentes também, especialmente alface e rúcula. Frango e ovo cozido são proteínas legais e menos calóricos do que a carne suína que amo ou bovina. Pão “de sal” como de vez em quando e de vez em quando também, pão integral.

Hoje é o último dia da quinta semana. Eu disse em postagem anterior que provavelmente estava contando errado as semanas e que possivelmente mudaria, mas decidi não mudar… Vou continuar contando do dia 1 ao 7 ao invés de iniciar a outra semana no sétimo dia.

Tô muitíssimo feliz em perceber os resultados e tô curtindo a rotina de pesar comidinhas – o que evita comer muito porque é um saco pesar quase tudo o que se come! – e ir à academia fazer o mesmíssimo exercício durante o mesmo tempo todos os dias! rsrs.
Rumo a 67 quilos!

Dia 26 – Desafio 20 quilos em 20 semanas

omelete-de-claras
Dia 26, semana 4.
85,30 kg.

Pulei o vigésimo quinto dia aqui no blog… é difícil escrever todos os dias, à noite e cansada. Às vezes consigo escrever durante o dia e finalizar no fim do dia para publicar na data, às vezes só finalizo no dia seguinte. Tô pensando em não escrever todos os dias, pelo menos não me obrigar a isso.
A rotina aqui é meio “braba”, cuidado de crianças, casa, roupas, comida… típica rotina de uma dona de casa, só quem é sabe! rsrs.

Hoje rolou cinema, pipoca e refri! Preciso parar de tomar refrigerantes, já diminuí bastante, mas sei que esse é um dos “alimentos” que precisam ser abolidos da dieta de qualquer um, seja para engordar, emagrecer, manter o peso ou simplesmente viver.

Também comi pela primeira vez uma omelete de claras. Gostei. Pouco calórica, dá pra rechear com o que quiser e deve ser fácil de fazer… a que comi não fui eu que fiz.
Foi um dia satisfatório.