É na igreja que se encontram os piores ateus

Não acredito que existam ateus, literalmente ateus, fora da igreja. Creio que alguém que se diz ateu, na verdade quer dar uma resposta curta e “grossa” às bobagens que se vê por aí feitas em nome de Deus. Para mim, os que se dizem ateus são agnósticos, não sabem, por isso, não afirmam e estão corretos, procuram ser sensatos. Não creem, por isso, não afirmam, são frios. Mas antes frio do que morno, diz a Palavra que creio, ser de Deus.
Posso estar errada quanto aos ateus, mas o pouco que já ouvi e li acerca do ateísmo me causou esta impressão.
Então penso: se ateu é quem não crê na existência de Deus, na igreja temos sim, ateus!
Igreja, aprendemos que é o povo de Deus e/ou o templo onde se reúne este povo, sendo dividido em comunidades espalhadas pelo mundo, no caso da igreja cristã. Esta definição é simples demais, mas vou ficar com ela mesmo. Igreja está diretamente relacionada a Deus ou divindades, mas é a cristã que me interessa, vou referir-me sempre a esta quando falar em igreja.
Nessas igrejas as pessoas devem crer em Deus, no seu amor e justiça, na sua palavra e orientação. Infelizmente,  há quem pregue o amor, a justiça, dão orientações baseados na palavra de Deus, exigem dos seus ouvintes/seguidores/discípulos o cumprimento da orientação, mas não são capazes de fazer o que “mandam”, não são capazes de crer no que dizem!
Romanos dois. Por este motivo sim, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios! Por este motivo o nome de Deus não é respeitado pelos de fora… se os de dentro não são capazes de demonstrar respeito.
Não, não são os “hereges” com suas ideias “loucas” que blasfemam, não são os “depressivos” com sua “falta de fé”, não são os ignorantes com sua falta de informação, são os super-crentes, os grandes pastores, apóstolos, “fiéis” discípulos de “deus”, sei lá de que deus! Não pode ser o Deus da bíblia, não pode ser o Deus de amor, não pode ser o Deus de justiça, pregado, inclusive, por estes, pois se cressem na justiça de Deus, não mentiriam tão vergonhosamente, se cressem no amor de Deus, não maltratariam tanto, se cressem em Deus não seriam capazes de disseminar tanta ruindade e mentira por este mundo afora.
Ateus, ateus, sim, pois não creem, não creem em nada, não creem em absolutamente nada a não ser em si mesmos, tem a eles próprios como deuses. Querem ser importantes, adorados. Gostam de manipular, de estar no controle . Egoístas. Raça de víboras.
Quanto sofrimento causam, quantas pessoas afastam da tentativa do conhecimento de Deus. Quantos matam emocional/psicologicamente, quantos afundam em desilusão e tristeza.
De pensar que eu posso ser isso…

Não, Pai, não me deixe ser assim. Sei que não estou livre disso, estou sujeita como todos os humanos a cair e cair feio, mas não quero. Não quero envolver-me num lamaçal nojento de engano, de hipocrisia. Não quero que minha mente e coração sejam cauterizados. Não quero, Senhor!!! Baseei minha vidas em Ti e no que aprendi a teu respeito, quis viver para ti e somente para ti, quis servir a este mundo, às pessoas, assim como entendi que nos serviu na pessoa de Cristo, mesmo sem precisar, mesmo sem merecermos. Não quero enganar as pessoas, não quero enganar a mim. Livra-me do mal, peço-te, em nome daquele me salvou, Jesus, o Cristo. Amém.

 

Ao mestre, com carinho. Saudações de uma eterna aluna.

Aos/Às mestres/as com carinho, muito carinho.

Saúdo aos/às meus/minhas professores/as que tanto me ensinaram e sem exagero, alguns mudaram minha vida em alguns aspectos que mudaram outros e acabaram mudando quase tudo em mim. A estes/as, meu carinho. Merecem muito mais. Merecem muito mais mesmo. 
Tia Ester na Ed. Infantil, IERJ. Lembro que era calma e nos convidou, a mim e a minha família para participar de algum evento, não lembro qual, mas sei que nós fomos. Esta ia além dos muros da escola, foi o que ficou.
Tia Helena, antiga 1ª série, IERJ. Era um doce de pessoa e sensível, lembro dela chorando, lamentando algo com uma outra professora…
Tia Marilene, antiga 3ª série, CIEP Nelson Mandela. Esta me marcou porque era engraçada, ensaiava os alunos para as peças e representava também, morríamos de rir… E me marcou também, pois tudo nesta escola me marcou demais para o bem. Saudades, muitas, dos 2 anos que estive ali.
Prof. Pedro, antiga 5ª série, Geografia, Escola Jair Tavares. Me fez entender o que era magma e península! Eu não esqueci dessa aula. Era engraçado e parecia gostar do que fazia.
Prof. Ester, Português ainda na 5ª série. Lembro perfeitamente do seu exemplo para nos explicar o uso da vírgula: “perdoei, não mate” diferente de “perdoei não, mate.” Era bem baixinha, sempre bem maquiada e arrumada.
Prof. Miguel, antiga 7ª série, Matemática,  Escola Jair Tavares. Excelente! ele olhava para a turma e todos calavam (conversávamos bastante). Era alto, tinha uma figura imponente, impunha respeito naturalmente. E como sabia, meu Deus! Como ele sabia explicar matemática. Certa aula eu conversava um bocado e ele me chamou a atenção depois e eu disse que iria tirar 10 em sua prova. Tirei o 10. Ele como um grande professor, gostou de ter “perdido” o desafio.
Prof. Alexandre, antiga 8ª série, Ciências, Escola Rio de Janeiro. Engraçadíssimo, extrovertido, suas aulas eram prazerosas. Tirei 10 ou 9,0  logo na primeira prova, sendo recém-chegada à escola. Foi uma ótima impressão…rs. Dele, ouvi pela primeira vez que em Ciências, nunca deveríamos marcar como correta uma questão de prova onde houvesse as palavras “sempre” ou “nunca”, pois nada era tão absoluto nesta matéria. Aprendi sobre prótons e nêutrons.
Prof. Cláudia, 1º ano do Ensino Médio, História, CEAPJ. Sem comentários!! Excelente. Nessa aula comecei a escrever sem parar, porque ela falava sem parar! Explicava maravilhosamente bem, contando história… Aprendi a amar História, não me interessava em aprofundar-me devido às preocupações fúteis da adolescência (hoje julgo assim), perdi foi tempo… que pena.
Prof. Delaídes, 2º ano do Ensino Médio, Turismo, CEAPJ. Dedicada. Na época, eu achava que ela era meio doida…rs. Descobri depois que era professora de Geografia mas lecionava para nossa turma Turismo, a matéria técnica na qual estávamos nos especializando. Ela era prática e informada, suas aulas eram engraçadas, buscava sempre um jeito novo de passar a matéria. Aprendi a emitir bilhetes aéreos.
Prof. Fortunato, 2º ano do Ensino Médio, Filosofia, CEAPJ. Ele era demais! Engraçado e ativo, tentava trazer a matéria para o nosso contexto, o que a deixava menos chata para mim, eu detestava Filosofia, mas gostava das aulas dele, ou do seu método de ensino. Ele parecia amar o que fazia. Aprendi sobre René Descartes, “penso, logo existo”.
Prof. Ronaldo, 1º período, Ensino Superior, curso de Turismo. O que me chamou a atenção neste professor era a segurança com que falava, o domínio da matéria, História da Cultura. Me apaixonei por aquilo que eu desejava, mas não conseguia alcançar, aprendia, mas só para fazer uma boa prova. Chegamos a reunir com os alunos, pois ele usava palavras muito rebuscadas e nem todos conseguiam acompanhar as aulas. Ele teve muito boa vontade e sempre que “caprichava” demais, traduzia os termos para nós. rs. Lembro de Taylor e Franz Boas, só dos nomes. Mais tarde iria me apaixonar novamente, nas aulas do Cleinton.
Prof. Bíblia! Nela tomei gosto pela leitura, onde nutri uma vontade incontrolável de estudar e ler, precisava entender os mistérios que nela continha. Precisava estudar e esquadrinhá-la. Tentava me remeter ao seu tempo, mas só conseguia ver o meu. Ah, Bíblia, precisa me fazer ir tão longe…?!
Prof. Edson Martins, EBD, classe de jovens da IBMC. Este merece um espaço bem elaborado aqui. Excelente. O fato de ser um cristão sério, um baita profissional e super estudioso, o fez referência no início e meio da minha caminhada cristã. Era um prazer ouvi-lo aos domingos e uma raiva não conseguir ter acesso a ele… sobre o que eu poderia conversar, além de fazer perguntas?! Grande professor.
Prof. Osvaldo, 1º período de Teologia, Epistemologia. Surreal! Um excelente professor, comprometido com o ensino, com a verdade, com o que se propôs a ensinar. Me deixou maluquinha lendo Edgar Morin, a cada dez palavras lidas somente duas eu entendia…rs. Ainda me deixo enlouquecer, pois o leio até hoje e ainda não consegui aprender grande parte de seus ensinos. Dele, ouvi pela 2ª vez que em Ciência, nada é verdade absoluta. A parte dele, creio, foi bem feita… cá estou: buscando estudar mais e mais. A minha, certamente, ainda está muito incompleta. Aprendi mais sobre amar as pessoas.
Prof. Cleinton, 1º e 2º períodos de Teologia, Antropologia e Sociologia. Sem palavras nem comentários… Espírito jovem, franco, cheio de força e vigor e apaixonado pelo que fazia, era tão nítido que nos fazia apaixonar também, uns gostaram, outros nem tanto. Eu amei! Antropologia mais ainda! Despertou mais e mais meu gosto pela leitura, além da Bíblia.
Prof. Dionísio, 2º e 3º períodos de Teologia, NT I e II. Lindo. Suas aulas eram um bálsamo para mim, muito boas e tranquilas. Muito bom professor, explicava divertidamente bem, nos fazia caminhar nas ruas com as personagens das quais falava/ensinava. Ai, que saudade do Seminário!
Prof. Celeste, 1º período de Teologia, Português. Lindíssima! Doce, incentivadora. Amei suas aulas pelo privilégio de ouvi-la, já que não estudávamos gramática. Ela disse, acerca de uma resenha que fiz, que eu escrevia bem… vindo dela, fiquei toda boba. rs. Queria que ela corrigisse minha Monografia… ao menos lesse e desse seu veredito.
Prof. Leonir,  4º  período de Teologia no Betel, Discipulado. Alguém que toca fundo, profundo. Comprometido e sincero. Busca viver e fazer o melhor que pode para não ser só mais um filho de Deus, mas um real filho de Deus, prega o que vive e ensina com a vida. Um grande professor e discipulador, meu atual pastor.
Minha gratidão a vocês. 

EUA, não. Fico aqui, Brasil.

Geralmente me abstenho de ler notícias, elas são terríveis, dolorosas. Revolto-me demais com algumas dessas notícias e um exemplo é a que acabo de ler (link), que retrata um dos tantos problemas dos EUA. Lá ainda se fala em população negra e população branca e isso com um tom separatista, ainda. Aqui no Brasil, o lance acontece sim, mas acho que é mais ameno, acho, só acho, não estudei nem pesquisei para ter certeza disso.
Escolas públicas nos EUA, vemos nos filmes: a garota que quer ser a mais popular da escola, o galãzinho, o brabo que quer pegar o novato e os mais “tímidos” na saída, brigas, canivetes, armas, tráfico de drogas e consumo, desrespeito. Não sei se isso é geral, mas é o que se vê na ficção e acho que é reflexo do que acontece realmente, assim como aqui, fora os filmes pornográficos brasileiros, o cenário de violência retratado se identifica com nosso meio urbano. 
A notícia diz que famílias negras estão optando por educar seus filhos em casa, o chamado home schooling (educação domiciliar), porque a escola tem oferecido muito perigo. São infindos os motivos e consequências disso e não vou mapeá-los.
O que me entristece e muito é perceber que, lá como aqui no meu país, negros ainda sofrem as consequências da maldade executada há anos, muitos anos atrás, quando os levaram/trouxeram de suas terras para serem escravos ali/aqui.
Infelizmente, aqui, a maioria da população negra não pode pagar os estudos dos filhos e como suas mães e pais trabalham, não podem, obviamente ensiná-los em casa, fazer um trabalho de casa já é difícil! E aqui não temos ensino via internet reconhecido e poucas destas pessoas teriam acesso a internet em casa para cumprir o currículo escolar.
Não, não interessam políticas que introduzam o negro Cotas não são suficientes!!!!! Aqui no Brasil precisamos de melhores escolas para que TODOS possam ter um ensino de qualidade, ir à escola com prazer, respeitar e ser respeitado/a por seus/suas professores/as felizes por fazerem parte de um bom sistema de educação e por verem os resultados de seus esforços e trabalho.
É, problema com negritos/as (“eu sou neguinha!”) em todos os lugares onde foram/fomos escravos/as um dia, países desenvolvidos ou não. Aliás, os EUA não deveria ser considerado desenvolvido até que esta questão fosse resolvida, isso deveria estar na lista de quesitos para adquirir o selo de “desenvolvido”. Já o Brasil, não é mesmo e mesmo assim, prefiro os problemas daqui, ficar por aqui e resolver por aqui. De lá, bastam as más notícias.

Encontrando-me, ainda…


Autopsicografia                     
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Fernando Pessoa

Gentileza e esperança, havemos de ter!

Acorda Brasil! “Como será o futuro do nosso país? Brasil olha pra cima, há uma esperança, volta teus olhos pra Deus, Brasil!”
Lendo o profeta Gentileza, lembrei de alguns trechos de canções do João Alexandre e penso mesmo em como caminheremos, o que será de nós, humanos…?!, em especial, brasileiros.
A tecnologia a cada dia está mais desenvolvida, as pessoas com mais acesso a informção, as crianças mais espertas, etc. Aparentemente, deveríamos estar caminhando para melhor, mas a tecnologia é muito bem usada para o mal e nem tanto para o bem, acesso temos à informação, mas não buscamos, por isso não somos informados e nossas crianças super espertas crescem com suas mentes deturpadas focando o “ter”. Claro que estou generalizando, mas estes procederes são os mais comuns.
Queria muito que esse mundo pudesse conhecer Cristo e vivê-lo, mas há tanta indiferença em nós que nos dizemos dele, que não é muito atrativo nele crer e muito menos segui-lo.  
Não, não sei o que fazer a não ser a minha parte… mas qual será ela? Viver e viver bem, acho.
Também não sei viver sem que seja em prol do outro (claro que se eu quiser, eu saberei bem rapidinho, sou egoísta, mas tento ser menos, a cada dia tento). Não vejo Deus senão na predisposição em servir, em cuidar.
Melhor que os militares e sistemas políticos, nós cristãos, serviríamos ao Brasil com amor, paz, justiça, abnegação e outras características “tipicamente” cristãs das quais, gentileza é uma, trazendo mais esperança para o nosso país. Ainda me perco em tanta maldade, mas “ainda não é o fim…”

Joga a velha fora?!

Certo dia, “apreciando” outdoors da cidade, deparei-me com a mensagem “joga a velha fora”. Trata-se de uma promoção/campanha do Jornal Meia Hora que, através da troca de selos, disponibiliza utensílios de cozinha como panelas, baixelas, etc.
Ridículo! Achei uma grande falta de respeito. Pode-se dizer que o slogan da campanha é para estar de acordo com a “irreverênia” e humor típico deste Jornal. Eu o li pouquíssimas vezes e detestei, é irreverente até demais, os textos são pobres, usam uma linguagem grosseira, as notícias também não acrescentam, uma mistura de futilidade (que infelizmente não é exclusividade deste) com assuntos importantes que são tratados da mesma forma que as futilidades. Na minha opinião este tipo de publicação não faria falta alguma, não é nada instrutivo, ainda mais para um povo como nós, brasileiros, carentes de leitura e boas notícias em todos os sentidos da palavra.
Ridículo porque, quem olha a imagem da campanha verá uma linda silhueta firme e “jovem”, contradizendo a pobre “velha” que deve ser jogada fora. Claro, sugere-se a renovação da sua cozinha, mas em tom agressivo e ofensivo sim, entendemos perfeitamente os valores implícitos ali, ou seja, nenhum, pois traz como pano de fundo a triste realidade do ser humano que dá mais importância a aparência estética do que o que realmente tem valor: a vida! Troque a mulher velha por uma jovem, não importa o quanto a velha te “serviu”, agora ela não presta. Em se tratando de panelas, colheres, potes e sei lá mais o que, ótimo, mas sugerir tratar vidas como coisas e vice-versa, é feio demais.
É isso que vamos engolindo massivamente, diariamente, agressivamente durante nossas saídas diárias pelas ruas, desvalorização. Acostumem-se com isso, “eles” querem e nós queremos e, infelizmente, já acostumamos…

Por que não viver de romance?

Parece meio irreal, talvez seja realmente, viver de romance, viver de amor… Por que não dá? Amor implica decisão, atitude, compromisso, empatia, respeito, cautela, esperança, etc. Por que não dá pra viver assim? Por que temos que viver a falta de amor, a mentira, o “jeitinho”, a dúvida, o medo, a incerteza?

Ah, humanos… Só Jesus para nos amar assim!!

GG’s roubando a cena!

Gustavo odeia tomar banho, palavras dele mesmo, e pede a Jesus que o livre do banho. Depois de muito pedir para que ele vá tomar banho sem sucesso, tenho que “engrossar”, aí ele vê que não tem mais jeito e vai chorando desesperado para o banho. Chegando no banheiro ele vai se preparando para entrar no box e pedindo a Jesus em lágrimas que não deixe ele tomar banho, não sendo atendido, ele começa a questionar o cuidado de Deus e o controle dEle sobre as situações. Não discuto. Como uma criança vai entender que Deus tem poder para fazer o que quiser, que temos que orar para levar a Ele nossas petições e quando o fazemos, não somos atendidos? É claro que para o bem dele mesmo, neste calor agoniante, “deus” não vai lirvrá-lo do banho, mas para ele, o poder de Deus poderia ser manifesto ali, dando um jeito de tirá-lo do banho.
Numa dessas noites, eu avisei que iriam dormir mais cedo e Gustavo começou seu clamor desesperado pedindo a Deus que não o deixasse dormir mais cedo, até que dessa vez, o banho não foi bem aceito, mas menos dramático. Para nossa surpresa, quando estávamos já todos preparados para dormir, seu pai chegou mais cedo do que o esperado e então ele pode curtir mais algumas horas acordado. Podemos atribuir a Deus isto? Eu, certamente, atribuo, ele também, mas só até o próximo pedido não atendido, pois nesse momento ele esbraveja tudo sem lembrar dos resultados positivos adquiridos anteriormente. Este é meu Gu. Bastão de combate pronto a atacar sempre, sem medo dos riscos, só vê a “bomba” quando está em cima dela. Que Deus te use, meu filho, que te ensine a amá-lo e a crer!
Palavras do Guilherme sobre uma frase que ele escreveu na contracapa de sua bíblia – “Deus, eu te amo e amo a tua palavra. Amém”: “Mãe, eu não devia ter colocado amém, porque amém é “que seja assim” e na verdadade eu JÁ amo a Deus e a palavra dele, não é uma coisa que peço para contecer, mas já acontece.” Ele tem um temor, um respeito, algo intenso em relação a Deus, sua justiça e seu amor. Guilherme é de uma sensibilidade difícil em crianças de sua idade. Ama orar e já teve algumas orações respondidas e quando não são, ele não se revolta com isso, pelo menos até agora. Não gosta de colocar sua vida em risco, é prudente e disciplinado, mas não dispensa uma boa discussão, adora colocar sua posição em relação a várias situações, odeia ofensas e represálias, é da área de Humanas, certamente, é reflexivo e odeia injustiça ou pelo menos o que ele acha que é injusto. Analisa, observa, não gosta de criticar nem de ser criticado, quer passar da infância direto para a fase adulta, pois diz que o adolescente é muito chato…rs.
Enquanto Gustavo odeia estudar e disse isso com todas as letras na hora de partir o bolo em sua festinha de aniversário, Guilherme ama estudar, aprender, ele ama saber!
Ambos amam sua família, Gu não gosta de dividi-la com outros, Gui abre excessão para alguns.

Não sei como agradecer-te, Senhor, por teu grande amor por nós, dando-nos estes meninos que são nossa vida. Obrigada. Continue a nos dar sabedoria e muito amor, vida longa e saudável para cuidar das nossas crianças, adolescentes, jovens e curtir nossos adultos, nossos netos e quiçá bisnetos?!
Guarde-os das más influências, Pai, clamo ao Senhor! que não cedam à maldade, que não queiram a destruição nem a perdição. Que queiram a ti, que aprendam a amar, que encontrem verdadeiramente o Senhor na longa caminhada que ainda têm pela frente.

As crianças do vídeo são lindas, mas nunhuma se parece com meus bbs. Fica a mensagem cantada que é muito bonita.