Sobre vida, morte e política!

Gu: “Eu já sei porque as pessoas morrem. Quando alguém leva um tiro na barriga o ar todo da pessoa sai, por isso que tem que ir logo pro médico, pra costurar a barriga e depois fazer respiração boca a boca para o ar voltar e a pessoa viver!” 


Gui: “Ah, mãe, eu tenho que crescer logo pra ser um deputado, prefeito, presidente… Tem que mudar isso tudo que tá errado”. Disse isso balançando a cabeça indignado, depois de ouvir comentários sobre práticas erradas na política. rs.

Visita ao Pão de Açúcar – Rio de Janeiro!


Diferente da nossa ida ao Cristo, a visita ao Pão de Açúcar foi maravilhosa! 
Compramos os ingressos, entramos no Bondinho e subimos via teleférico até o morro da Urca. O ambiente lá é muito agradável e a vista linda.
Dali pegamos novamente o bondinho e fomos até o Parque do Pão de Açúcar, o morro mais alto. Espetacular! Uma visão ampla do Rio e lindíssima. 
Passamos ali uma ótima tarde e ao anoitecer, as luzes da cidade vista lá de cima… sem palavras, é encantador.
Esse ponto turístico do Rio vale muito a pena conhecer, mas infelizmente não é nada barato.
Valores (em julho/2012): R$ 53 adulto e R$ R$ 26 crianças a partir de 6 anos.
Para “embarcar” no bondinho: Av. Pasteur, 520 – Urca – Rio de Janeiro

Informações detalhadas no site.  

Passeio ao Cristo Redentor – Corcovado

Descrevendo sobre minha impressão a respeito das visitas ao Cristo Redentor, no morro do Corcovado, localizado no Parque Nacional da Tijuca.
Para visitar o Cristo, meu primeiro passo foi a pesquisa na internet sobre como chegar e valores de tarifas.  
O site que consegui acessar foi o do Trem do Corcovado, que nos leva do bairro do Cosme Velho até os pés do Cristo. Creio que esta é a forma mais fácil e prática de chegar, mas os valores são altos.
Continuando a pesquisa, encontrei vários sites e comentários que citavam a visita ao Corcovado/Cristo, mas, sinceramente, nada detalhado o suficiente.
As opções apresentadas foram o Trem do Corcovado, vans ou táxis, atualmente, carros não podem subir, devem ir até a Estrada das Paineiras e estacionar por lá mesmo. O site do Trem informa que no valor pago já está incluso o ingresso ao Cristo, sobre as vans não é dito nada de valor, média de preço do táxi também não. Fiquei em dúvida sobre quanto custaria somente o ingresso ao Cristo, pois subir à pé, também seria uma das opções, sendo que a informação que li era que deveríamos caminhar 2 km de subida e só faz isso quem tem ou está com um super espírito de aventura. Achei que no site do Guia Oficial de Turismo do Rio, as informações também são limitadas. Talvez o melhor fosse entrar em contato via telefone. Até este momento da pesquisa, já achei desgastante, pois uma das 7 Maravilhas do Mundo deveria ser mais explícita, além das lindas fotos divulgadas também as opções de chegada no local.
Fui com minha família. Seguimos até as Paineiras, estacionamos – o “estacionamento” é na estrada mesmo, fica uma fileira de carros estacionados, dividindo a pista com duas mãos, ida e volta e ainda pedestres. Uma loucura em dias de muito movimento como o dia em que fomos, simplesmente lotado!
Como o acesso ao Corcovado estava lotado (parece que todos os visitantes resolveram ir no mesmo dia!), haviam duas filas enormes, uma para comprar o ingresso e outra para entrar nas vans e subir. Nesse momento eu entendi que nas Paineiras tem uma bilheteria que vende os ingressos para o Cristo e este ingresso, é um convênio entre o Parque Nacional da Tijuca e a Cooperativa de vans.
O passeio foi bom, a vista lá de cima do Cristo é simplesmente linda. Pena estar tão lotado, não estava fácil sequer andar, quanto mais admirar a vista e tirar fotos. Os comentários que ouvi de pessoas que já foram várias vezes ao Cristo foram que nunca haviam visto o Cristo tão lotado!

A parte ruim:
Tem pessoas – até uniformizadas! – que ficam no caminho abordando os carros que estão indo em direção ao Corcovado, oferecendo serviços como se fossem credenciados com as vans. Eles cobram um certo valor que “inclui o ingresso e a subida de van até o Cristo”. Na verdade o que eles tem é um “conchavo” com a bilheteria e os auxiliares das vans e o que fazem é o seguinte: acompanham/guiam a pessoa até as Paineiras, compram os ingressos direto na bilheteria sem enfrentar filas e tentam encaixá-las direto na fila das vans, na frente, ou seja, furam a fila!
As próprias auxiliares das vans, as credenciadas, recebem grupos e tentam encaixá-los na frente da fila, direto para a entrada na van. Golpe seguido de golpe e cada um querendo “tirar o seu”.
E quem fiscaliza isso?

Foi apenas um dia das férias de julho, imaginemos como será durante os eventos esportivos nos próximos anos…

Acesso ao Cristo Redentor 
Informações (em julho de 2012):

Trem do Corcovado
Sai do Cosme Velho. As tarifas especificadas no site são: R$ 44 adultos e R$ 22 crianças de 6 a 12 anos. Mais detalhes no site.

Vans (só descobri o site depois que visitei o Cristo e vi o nome da cooperativa das vans que nos leva até lá)
Vai de carro ou táxi até o estacionamento das Paineiras, compra o ingresso na bilheteria que tem na frente da subida do Parque Nacional. Valor: R$ 26,53 (alta temporada) e R$ 18,53 (baixa temporada). Crianças com idade até 12 anos não pagam.

A pé
Não encontrei informações suficientes, apenas que são 2 km de subida. Vi pessoas subindo a pé, tiveram que chegar de carro até as Paineiras e caminharem numa estrada de subida e curvas até o Corcovado, sendo que, ao que me parece, não tem como ter acesso ao Cristo, pois para subir a escadaria de acesso, deve-se passar por uma roleta que é liberada apenas com o ingresso.

De carro
Carros foram proibidos de subir até o alto do Corcovado, os únicos veículos que sobem são as vans ou outros autorizados. O carro deve ser estacionado nas Paineiras, próximo a bilheteria das vans e o restante do caminho deve ser feito de van.

Importante: não aceite que comprem o ingresso para você, todos tem acesso a bilheteria das vans e ao trem. A não ser que seja um guia credenciado e que você saiba exatamente quanto está pagando a ele e quanto está pagando pelo ingresso. Tem muitos mal intencionados no caminho cobrando valores abusivos por serviços que eles não são autorizados a prestar.

“Fígaro!”

O tipo de proceder que narro aqui não é incomum para crianças, já soube de várias que “praticaram” esta arte: a de cortar o próprio cabelo. Gustavo foi um desses. Segundo ele, numa atividade de corte e colagem em sala de aula, precisavam montar um boneco e para preencher a cabeça do boneco com cabelo, ao invés de cortar pedacinhos de papel e montar o cabelinho, quis colocar cabelo real, o seu, no boneco. 
Engraçadinho ouvir a historia, mas nada engraçado na prática! Ele havia cortado o cabelo no cabeleireiro há uma semana, o corte não é barato e logo na frente da cabeça, ficaram nítidos o que costumamos chamar de “caminhos de rato”. Terrível.

Mudanças não bem-vindas

A fonoaudióloga sugeriu alterações na rotina dos meninos e estamos tentando cumprir. Basicamente, o trabalho de casa trocou de horário com a brincadeira, o momento de lazer. Gui não gostou e disse que precisava conversar conosco sobre essas mudanças, já adiantando: “Essa médica foi muito dura, ela parecia até a mãe… Brincadeira é importante, mas onde fica o trabalho de casa? E os estudos? Hum… hoje eu tenho simulado…” – falou indignado tipo “eu só quero ver no que isso (as mudanças) vai dar”.