O que faltou na imagem??

Teste de Ciências do Gustavo. 
O exercício pedia para nomear as partes da planta, no caso, uma árvore. Havia uma imagem da árvore com setinhas apontando para cada parte dela, menos uma, que fazia parte da próxima pergunta do exercício.
Gu nomeou todas as partes que a setinha apontou: raiz, caule, folhas e fruto.
A outra pergunta do exercício foi “Que parte da planta ficou faltando?” ele respondeu “O gosto da fruta.” 

A resposta certa era “semente”.

O desenho desta imagem não é dele, como todas do blog, encontrei na internet e achei uma graça.

Para cabelos (1)

Há algumas semanas ando pesquisando sobre cabelos crespos/cacheados, como o meu. Isso porque os fios brancos chegaram e resolvi dar um “up” no visual, bem de leve, pois ainda sou resistente a gastar muito com cabelos e me tornar escrava de salões e super produções.
Segundo informações obtidas em minhas pesquisas, o melhor tipo de tintura é o tonalizante, pois não tem amônia, o que agride menos os fios e ainda pode ser aplicado em cabelos quimicamente tratados com relaxamento, alisamento ou permanente. 
Descobri também que o tonalizante mais recomendado é o Color Touch da Wella. A linha Básica deste tem bastante variedades de cores e “esconde” em até 50% os fios brancos. A linha Plus cobre em até 70% os fios brancos, mas tem bem menos cores disponíveis. 
O tonalizante não serve para clarear o cabelo – em caso de clareamento, só tinta – e deve ser usado a cada 30 dias, pois ele é menos duradouro que a tinta e vai saindo com as lavagens e por isso, já sei que terei mais esta tarefa fixa em meu calendário… 
Depois de concluir que já havia conseguido informações suficientes sobre tinturas para cabelos crespos e/ou cacheados, fui à luta. 
Comprei o Color Touch, o código da cor/tom foi 6/77, é um castanho escuro. Comprei duas embalagens e preparei as duas achando que por meu cabelo ser muito volumoso iria usar tudo. Engano meu… uma embalagem e meia, talvez até uma daria para utilizar no cabelo todo! Joguei muita mistura fora. Mas, como sou marinheira de primeira viagem, vale os erros.
O processo foi o seguinte: lavei os cabelos com xampu e desembaracei, não passei condicionador. Dividi as madeixas em quatro partes e fui aplicando o produto com um pincel específico pra isso. Como foi a primeira vez que usei, passei no cabelo todo, mas nas outras é só retocar a raiz e distribuir o resto no comprimento, só para dar um brilho a mais (isso eu também ouvi em algum dos vídeos que assisti durante minha pesquisa… rs).
A instrução da embalagem é de que o produto deve ficar no cabelo de 15 a 20 minutos. Eu deixei 45… também ouvi essa dica, mas confesso que não sei se fez diferença. Também envolvi a cabeça com papel alumínio com a parte mais brilhosa para dentro. Isso não está na instrução de uso, mas há dicas…rs.
Na hora de tirar, é só dar um bom enxágue e após, uma boa hidratação com um bom creme. E ficou muito bom!
Não ficou nada diferente da cor natural, só deu mais brilho e vida na aparência seca e opaca que tinha e disfarçou os fios brancos que ficaram meio loiros, mas são bem pouquinhos ainda…
Porém, agora, terei que hidratar o cabelo com frequência, pois por mais que o tonalizante não seja tão agressivo, não deixa de ser química e me obrigará a cuidados especiais, caso contrário, meu cabelo ficará igual a palha de aço!

Arroz Branco – Existe vida além do “Tio João”

Gosto de recomendar coisas que deram certo comigo, por isso, recomendo para quem tem dúvidas se é bom ou não, o arroz branco “Carrefour Discount”. (Bem que podiam me pagar pela propaganda..hehehe)

No Carrefour, foi o mais barato que encontrei – embalagem com 5kg, mais ou menos R$ 8 – e gostei muito. Fica soltinho e saboroso. 
Faço sem lavar, graças às minhas amigas Larissa e Queli! rs. Inclusive, a lavagem do arroz nem faz parte da orientação “como fazer” que vem especificada na embalagem…

Um século de “capital” puro na veia!

“- Que são dez ou vintemil contos que o Estado gaste! Em menos de cinco anos, só com as visitas dos estrangeiros, esse capital é recuperado… Há cidade no mundo no mundo com tantas belezas naturais como esta?
[…] Esforçavam-se por obter as medidas legislativas favoráveis à transformação da cidade e ao enriquecimento dos patrimônios respectivos com indenizações fabulosas e especulações sobre terrenos. […] Queriam também uma população catita, limpinha, elegante e branca.”

O trecho acima foi retirado do livro “Recordações do Escrivão Isaías Caminha”, de Lima Barreto. Escrito há 100 anos. Alguma semelhança com o projeto de governo do atual prefeito do Rio de Janeiro?
Expulsa-se os pobres, vende-se a cidade aos estrangeiros às mega empresas e ganha-se bastante dinheiro. Será que esse é o tipo de cidade que queremos? O que a população ganha realmente com isso? Será que isso é progresso? À custa da exploração de pessoas e de dinheiro público?
A mim este modelo de cidade não agrada. Quero inclusão, dedicação do governo ao povo para a longo prazo termos uma população menos desigual.

Não, não quero vender meu país nem minha cidade, Sr. Prefeito!

Um Contador de Histórias que não é só mais um.

Tenho assistido as entrevistas desse cara, Roberto Carlos Ramos, admirável.

Gostaria de falar muitas coisas sobre minha leitura a respeito do que ele diz e vive, mas tudo que eu disser será superficial. Melhor ouvi-lo.
Fico pensando sobre como somos maus. Por que não queremos solução? Muito pelo contrário, criamos muito mais problemas e cada vez maiores.