Gênero reportagem jornalística

Estudando um conteúdo em Português II, me vieram algumas lembranças…

Minha casa sempre foi a casa dos jornais e revistas. Mami era colecionadora e talvez meio arquivista… Lia os jornais, recortava as matérias que considerava relevantes e guardava em caixas que ela mesma decorava. Eu não gostava de jornais, tinham poucas figuras, cheiro forte e eram grandes demais para uma criança folhear. Mas amava as revistas! Ficava torcendo para que chegasse logo a Revista de Domingo, com o seu carioquês, imagens das peças de teatro que aconteceriam na semana, imagens de comidas, das praias e demais belezas naturais do Rio… E a Radical Chic, que pra mim era uma boneca despadronizada, numas historinhas que eu não entendia nada! Mas gostava… Esse universo jornalístico influenciou minha leitura e escrita desde o primeiro texto que consigo lembrar de ter escrito, ainda no (antigo) primário.
Aos 24 anos, quando meu primogênito nasceu, resolvi assinar um jornal e optei pelo JB, pois já havia um carinho de infância todo especial por ele. Com um bebê para cuidar, não conseguia ler as notícias diariamente, mas sim a coluna do Fausto Wolff, embora eu fosse uma jovem cristã fervorosa e ele um “coroa” rebelde que falava de cigarro e bebidas. Rsrs. (Na verdade, meu coração já sabia o que eu era e seria…)
Bem, inicialmente, eu só queria dizer que gosto de usar apostos para transmitir direitinho as informações, como numa reportagem jornalística… Mas aí fui lembrando o porquê disso e saiu esse textão de memórias…

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