Para passar em concursos é só estudar?

Para passar em concursos é só estudar? Acredito que não. Vai muito além.
Entendendo que já há a motivação, força, foco e fé, vamos a parte prática…

O universo dos concurso é bem diferente do que pensamos, concurseiro é uma ocupação, nossa vida gira em torno de livros, editais, técnicas, macetes, estudo de conteúdos e de bancas. Não só gira em torno como se resume nisso!
O dinheiro deve ser bem administrado porque teremos gastos com materiais – sim, teremos gastos, não há como estudar seriamente para concursos com materiais baixados na internet. O tempo, ainda mais que o dinheiro – pois não há empréstimo que resolva a perda ou falta de tempo, já a de dinheiro… – deve ser diligentemente organizado, para obtermos o máximo de aproveitamento diário em estudo, sem deixarmos obrigações básicas de lado (especialmente para quem é pai, mãe ou apenas cônjuge). A casa/ambiente deve ser adequada às práticas de estudo, de forma que se tenha bom posicionamento para leitura e escrita e um mínimo de silêncio para aprender conteúdos novos. A família… ah, a família, deve apoiar o concurseiro, porque, naturalmente, ela será sobrecarregada em algum aspecto, por uma certa ausência do membro que está se dedicando a passar em concursos.

Ainda sou novata e venho adaptando-me, porque por mais que eu ouça dicas, relatos, orientações, nada acontece de um dia para o outro, nem de uma semana para a outra, as mudanças necessárias vão ocorrendo ao longo do tempo, dos meses e quem sabe, até dos anos, conforme vamos adquirindo novos conhecimentos e mapeando nossas dificuldades e, mais difícil ainda, procurando resolvê-las, o que muitas vezes, foge de iniciativas individuais nossas, fazendo com que dependamos de terceiros. E com isso, o tempo vai passando… os editais vão saindo e as provas vão chegando… Bom seria se nos esperassem! Rs. Na verdade esperam sim, muitos não estão preparados, mas muitos sim, nada mais justo com quem já está no caminho e caminhando!

Sempre gostei de estudar e achei que eu fosse inteligente o bastante, que pegaria tudo num piscar de olhos por estar interessada e focada. É de rir…
Não foi assim que aconteceu, não é assim que acontece, podem haver exceções, mas me guio pela normalidade, pela “regra”.

Há semanas que consigo produzir bastante, absorver bem os conteúdos, fazer exercícios e acertar!, assistir videoaulas, tirar dúvidas nos livros, cumprir os horários. E há semanas super improdutivas, com pouquíssimas horas de estudo, perda do ritmo, do cronograma, mudança de rotina, imprevistos… Um saco… Tensão… Ansiedade… Desânimo. Para tudo!! Aí, vou eu tentar retomar do início: motivação, força, foco, fé, elaborar novamente um cronograma e uma nova rotina de estudos.
A parte boa é que quando você vê, já está evoluindo! Entendendo mais a linguagem dos livros e dos professores, das questões mais complexas – as mais complexas, não são tão complexas, dependendo da fase em que cada estudante está -, associando assuntos diferentes, ou seja, aprendendo de verdade.

Creio que para passar, é necessário algo além do “estudar”, tem todo um aparato que vem junto e um universo diferente que se abre. Então, além de estudar, precisamos desbravar esse universo, absorver o mais possível para garantir bom êxito no final. Vai além… Por exemplo, criar um blogue para escrever sobre as atividades relacionadas a concurso, para tentar se manter fazendo o que gosta – escrever – sem perder o objetivo de passar e ajudar na motivação em momentos de desânimo… meu caso.

Sobre e-books para concursos

Há quase um ano, escrevi sobre mais e-books para concursos públicos. Continua escasso esse tipo de livro do mercado eletrônico, até tem umas obras legais na Saraiva e um pouco menos na Cultura, a Amazon fica atrás, com quase nada de oferta, infelizmente. Livros eletrônicos ainda são um mercado a se expandir, especialmente os mais técnicos, direcionados a certas áreas e concurso é uma delas.

Tenho alguns e-books, é prático para estudar longe de casa, dos papéis e mesas, mas, hoje, vejo que não substitui o papel. O fato de riscarmos, colorirmos à mão, fazermos anotações nas margens, faz diferença e com o conteúdo extenso dos editais, por mais que não pareça, mais prático é o livro, apostila ou qualquer outro material impresso que nos possibilite “passear” rapidamente entre páginas distantes umas das outras… 
A facilidade num e-book é fazer resumos, grifando os trechos mais importantes, o que vai servir, na conclusão de um conteúdo, para revisão. Porém, durante o curso do aprendizado, no grosso, escritos impressos são fundamentais. 
E-books são importantes, mas livros e demais materiais impressos são indispensáveis.

Engajamento “público” de concurseiros/as

Hoje, acho que posso me considerar uma concurseira, apesar de preferir o termo “concursanda”.

Acompanho alguns grupos e fóruns em redes sociais aqui na internet, naturalmente, acompanho outros concurseiros, pessoas com o mesmo objetivo que eu: passar em um concurso, o dos sonhos ou apenas o primeiro de muitos.

O que vejo nessas redes não me agrada muito. Não quero generalizar, falo da maioria que observo, não de todos e nem posso dizer que é realmente maioria absoluta, mas a que se expõe na rede.

Um concurseiro/a motiva o outro pelo salário alto, benefícios a serem conquistados, estabilidade no emprego. Nada demais até aí. Acredito que isso seja comum e sem hipocrisia, são fatores que também me atraem num cargo público. No entanto, creio que não devemos reduzir nossa motivação a isso. Entendo que expressões como “servidor, cargo ou emprego público” nos convida a uma reflexão do que é realmente público e o que é serviço. Uma pessoa que entra no serviço público está ali para servir, primeiramente – não por caridade, claro, já que ela passou em um concurso concordando com as regras e esperando sua retribuição financeira pelo serviço. Criticamos tanto o governo egoísta, corrupto e injusto e parecemos estar aptos ao mesmo proceder quando reduzimos o serviço público a satisfações pessoais, somente.

Penso que seria mais coerente pensarmos em algo coletivo, em somar para o bem-estar social. Exercer um serviço público, acredito, requer um enfoque especial no todo, traduzir em prática toda a teoria que estudamos tanto antes de tomar posse no cargo. Isso é uma responsabilidade geral, independente da área, mas direciono-me, especialmente, a judiciária, na qual tenho direcionado meus estudos. Tenho aprendido tanta coisa… entendido melhor como funciona a justiça, o quanto é essencial, necessária e, infelizmente, desconhecida e desprezada pela população em geral, e negligenciada por pessoas da área.

Penso que, como servidores públicos, sendo do quadro auxiliar ou de carreira, precisamos ter um sério compromisso com o trabalho que exercermos, já que o interesse foi nosso em concorrer a uma vaga.
Sei que na prática, muitas frustrações devem nos rondar, coisas já há tempos erradas, fluindo como sendo corretas, aceitas pela maioria, contudo, deve nos rondar também e com muito mais presença, um sentimento de renovação, de esperança, de prestar atenção nas pequenas conquistas, por menores que sejam, num trabalho bem feito e em pessoas que nos sirvam como referência. Deve ser uma honra para nós fazer um órgão público funcionar, conseguir adequar procedimentos que atendam bem ao “público”, mesmo não atendendo ao público, diretamente.

Espero ter este sentimento, espero contribuir com o coletivo, com o público, no meu âmbito de trabalho, seja municipal, estadual ou federal. Espero também encontrar isso e muito mais em meus colegas de trabalho, trocar, aprender.

Posso estar totalmente errada a respeito da maioria dos “concurseiros/as”, com uma visão muitíssimo limitada desse universo, mas registro aqui o que percebo.

Videoaulas

Tenho assistido videoaulas e gostado bastante da experiência. Tanto no Youtube como em sites específicos para concursos tem aulas maravilhosas, com conteúdos bem expostos por professores cheios de boa vontade e poucos impedimentos.

Os professores que se arriscam em aulas virtuais têm que ser bons, pois não adianta o aluno assistir horas de aula e ainda ficar com dúvidas, por isso, esse tipo de ensino requer muita clareza nas explicações e uma sensibilidade especial para “adivinhar” possíveis dúvidas dos alunos e esclarecê-las antes mesmo das perguntas. Os professores que tenho visto, são ótimos.

Não se gasta com transporte, não há impedimentos como chuva ou sol forte, problemas com o transporte público ou nas vias, tempo perdido na condução.

Se tem algum ponto negativo, para mim, é a disciplina, que é necessária para estudar em casa… e a necessidade de internet e energia que, se falharem, adeus aulas… Fora isso, só benefícios.

Tem gente que prefere interagir com o professor, com outros alunos, prefere o ambiente de sala de aula, o que também é legal e proveitoso e poder escolher o ambiente depende muito da situação de cada um.

Recomendo videoaulas para quem tem pouco tempo, alguma impossibilidade de sair de casa com frequência ou para quem precisa economizar. E por mais cômodo que pareça, esforço, não tem jeito, sempre teremos que fazer.

Você sabe Português?

Eu achei que soubesse Português. Estudando para concursos, percebo que não sei, não sei mesmo, não sei nada! Escrevo relativamente bem, por gostar de ler, aliás, não sei nem escrever… acho que sei ortografia e acho que sei pontuação. Mas agora o que eu sei é que nada sei! Tenho até vergonha de ter muitos erros de português neste texto, de concordância, de regência… ai!
Um artigo pode ser um pronome, um adjetivo pode ser um substantivo, um objeto direto pode ser preposicionado… A vírgula pode ser substituída por travessões, em alguns casos e estes por aspas. Eu até já sabia disso, porém não sabia usar corretamente… ainda não sei.
Existem gramáticos, ah, os gramáticos! E eles pensam diferente uns dos outros! E existem bancas responsáveis pela elaboração das provas dos concursos. E cada banca tem um gramático referência, por isso, se em casos especiais, a gramática que você sabe for divergente da do gramático preferido da banca, você erra a questão crente, crente que acertou!
Detalhe que não aguento mais não saber o que é o “que”! Pode ser tanta coisa esse vocabulozinho…
Nesse pouco tempo de estudos direcionados a concursos, resolvi questões, basicamente, de três bancas: Cespe, FCC e FGV. Até gostei das duas primeiras, pois lendo e interpretando, consegue-se, mesmo sem ser um expert, resolver algumas questões. Mas da última não tive a mesma impressão. Me “quebrou”… para resolver bem questões desta banca, tem que saber gramática! Morfologia, semântica, bem direitinho, nomenclaturas, das mais pouco conhecidas! Ótimo, eu gosto de estudar e gosto de estudar Língua Portuguesa, mas, infelizmente, não dispenso do tempo necessário para tanto conteúdo desconhecido e que precisa ser apreendido.
Disse acima que nada sei, mas sei sim, algo muito importante: tenho que estudar! E nada mais.  

Melhores métodos de estudo

Os métodos mais eficazes são resoluções de execícios e uma boa distribuição de conteúdos para estudar durante um período. Os demais são interessantes, mas percebi, durante meu pouco tempo de estudo que não são tão eficazes. Eu adorava fazer resumos e gritar trechos, mas isso ocupa mais tempo e não é tão produtivo, pelo menos para concursos. Uso o grifo mais pra me localizar em caso de consulta posterior e resumos não faço mais. Sobra mais tempo pra resolver os exercícios. Fazer um cronograma bem distribuído, já é mais difícil, mas é muito bom perceber, depois de cumpri-lo durante um período, que houve absorção do conteúdo. 😊

O artigo completo com todos os métodos: http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/descubra-quais-sao-melhores-metodos-estudo-se-preparar-vestibular-enem-742679.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante

Motivos que podem impedir a aprovação


Ainda não conseguiu passar em concurso? Descubra o motivo…


1) Falta de foco na hora de estudar
Sem uma rotina, o rendimento fica prejudicado. É preciso ter foco para cumprir o plano de estudos. Desligue a televisão e o computador, e coloque o celular no modo silencioso. Se alguém telefonar, evite atender ou diga que retorna depois. Aos poucos, você se acostuma – e os outros também.
Se acontecer algo inadiável que atrase o início do estudo, não deixe para começar no dia seguinte. Comece atrasado mesmo. Se for possível repor o horário perdido, ótimo. Senão, faça um turno menor, mas estude. Resumindo: decida, planeje e cumpra “cegamente”. Não deixe os estudos para daqui a pouco ou para amanhã.

2) Questionamentos eternos
A internet é uma excelente fonte de informações, se bem utilizada. Mas há candidatos que se perdem, buscando o material perfeito, a técnica perfeita de estudo, o link “fantástico” com dicas. Isso ocupa um tempo enorme e alimenta a sensação de que sempre falta alguma coisa.
É preferível qualquer estudo, mesmo que não seja com o material perfeito ou com o método perfeito (que, aliás, não existem), do que estudo nenhum.

3) Falta de objetividade
Tem gente que quer aprofundar demais os conteúdos, desde o início, porque nunca acredita que aprendeu o suficiente. Também procura deduzir todas as fórmulas e conhecer a origem dos conceitos. Assim, perde-se em uma infinidade de materiais ou em resumos intermináveis. O estudo não avança e a pessoa nunca chega a saber o mais importante de todas as disciplinas.
Não estou dizendo que basta decorar as informações. Já foi o tempo em que as provas exigiam somente boa memória. No entanto, não é preciso saber tudo de tudo para ser aprovado. Concurso público não é tese de mestrado ou doutorado, não é pesquisa. Na prova, o importante é marcar a opção certa. Para isso, basta saber bem os principais conteúdos. Aprofundar é algo que vem com o tempo, numa etapa posterior da preparação, e não no início.

4) Ficar preso em “nós” no conteúdo
Pode acontecer de um assunto isolado ser tão difícil de compreender que é melhor simplesmente deixar para lá. Não adianta gastar um tempo enorme tentando entender um ponto muito difícil, desde que não seja base para a compreensão do que vem a seguir. No futuro, talvez seja possível desatar aquele nó específico.

5) Problemas no ritmo de estudos
Eu gosto da analogia da preparação para concurso com a maratona. E sempre digo que é preciso iniciar devagar e manter um ritmo equilibrado e contínuo. Mas há dois aspectos aí que precisam ser cuidados. O ritmo muito lento é aceitável no início, enquanto o candidato se adapta à nova rotina, organiza a vida e trava os primeiros contatos com as matérias. Depois de algum tempo, é importante que o estudo “ganhe corpo”, ou seja, que o ritmo fique mais forte, para que os resultados possam ser percebidos. Isso gera uma reação positiva, e realimenta a motivação para manter ou até intensificar (se for possível) o passo.
O inverso pode causar desânimo, porque a pessoa se esforça, mas nunca chega a perceber resultado no seu patamar de conhecimento. E esforço sem resultado leva à decepção. Daí para a desistência é um pulo.

6) Não acelerar no final
Mesmo depois de construído um ritmo forte de estudo, é preciso saber ainda apertar a tecla “turbo” quando sai um bom edital. Nesse momento, pode ser preciso um ritmo fortíssimo de estudo, abrindo mão de quase tudo o que não seja estudo (mas preservando a saúde).
Isso porque há alguma novidade no edital e, por mais bem preparado que o candidato esteja, será necessário fazer ajustes finais. E, no mínimo, revisar tudo o que já sabe durante as poucas semanas até o dia da prova.

7) Não saber quando fazer as provas
Não adianta querer fazer uma prova antes de ter visto minimamente os conteúdos que serão cobrados. Nesse caso, os dois meses entre o edital e a prova que o candidato vai usar estudando matérias específicas para aquele concurso (com pouquíssimas chances de aprovação) poderiam ser aproveitados para estudar melhor as disciplinas básicas e ter chances maiores no concurso seguinte.
Por outro lado, há pessoas que se preparam com bastante antecedência, mas quando sai um bom edital passam sempre por algum problema e abandonam o estudo por um tempo. O problema é real, claro, mas não seria impedimento suficiente para a pessoa desistir do projeto. Isso dá a impressão de ser autossabotagem, por medo de lidar com a possibilidade de fracasso (ou de sucesso também).

8) Trocar constantemente de área
Como as pessoas são diferentes, há o inverso: aqueles que querem fazer todas as provas e trocam de foco o tempo todo. Com isso, não investem todos os esforços numa só área nem aproveitam o conhecimento de um concurso para outro. Do mesmo jeito, não são aprovados.

9) Dificuldades para fazer prova
Tem gente que sabe muito, mas não consegue ter um bom aproveitamento na hora da prova. Pode ser por fatores emocionais, falta de estratégia de distribuição de tempo ou de atenção aos enunciados. Alguns candidatos tentam a sorte sem nunca ter resolvido em casa uma prova da mesma banca para conhecer o estilo de questões. Qualquer que seja o motivo, há solução. É preciso identificar a causa para poder aparar a aresta.

Há ainda quem vai para a prova querendo “brigar” com a banca. Normalmente, são candidatos que têm bom conhecimento, mas gastam suas forças querendo provar que a banca examinadora está errada, que as questões foram mal formuladas. É possível até que tenham razão, mas a melhor conduta, no caso, é tentar entrar na lógica do examinador e marcar a resposta de acordo com o gabarito. Só isso levará à aprovação. Qualquer coisa diferente disso é vaidade infrutífera.

10) Falta de avaliação sobre o desempenho
O resultado de uma prova, mesmo quando não garante a aprovação, é muito importante para o projeto. Avaliar corretamente a pontuação, vendo em quais disciplinas você foi bem e em quais não foi – e o porquê –, oferece um rico indicador para a correção da estratégia.
Para muitos candidatos existe a ilusão de que acertar algo em torno de 50% e 60% é um bom resultado e que, com um pouco mais de estudo, a aprovação estará garantida. Na verdade, esse percentual de acerto é um resultado que se pode conseguir mesmo sem estudo algum, uma questão de probabilidade. Ou seja, falta praticamente tudo. Não digo isso para desanimar o candidato, mas para que ele possa ter senso de realidade e construir metas concretas para atingir o objetivo desejado. Sem isso, a aprovação não chegará.

11) Descuido com pontos fracos
Seja antes do primeiro concurso ou após a prova, o candidato precisa cuidar dos pontos fracos. Não é necessário saber tudo de cada matéria, mas é ruim ficar vulnerável numa disciplina, porque há editais que exigem um mínimo por matéria isolada. Aí não haverá escapatória.
E sempre é possível melhorar o desempenho numa disciplina, seja por meio de exercícios e resolução de provas anteriores. Se a dificuldade ainda for de compreensão, vale estudar novamente a teoria desde o início com outro professor ou utilizando um novo material.

12) Abandono dos pontos fortes
Ao contrário do que muita gente pensa, se o candidato é muito bom em alguma matéria, não deve abandoná-la, porque o que era conhecido pode cair no esquecimento. É importante manter a excelência naquela disciplina e, se possível, ficar melhor ainda, para garantir um diferencial na hora da prova.

13) A um passo da vitória
Se você leu os itens anteriores com total isenção e chegou à conclusão de que está fazendo tudo certo, apenas por garantia observe se os seus resultados estão melhorando a cada concurso feito. Se a resposta for positiva, ótimo. Siga adiante porque a aprovação deve estar a poucos passos.



Texto de Lia Salgado
Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/07/ainda-nao-conseguiu-passar-em-concurso-descubra-o-motivo.html

Gramática para concursos

Por acaso, caçando e-books para completar meus materiais, encontrei uma gramática para concurso a R$ 19,90, enquanto as outras eram acima de R$ 80. Fiquei feliz, pois, mesmo ciente que preciso investir em uma série de coisas para preparar e manter a vida de concurseira, devo gastar o menos possível.
Pesquisei sobre o autor, Fernando Pestana, gostei das referências. Pesquisei sobre a gramática, idem. Adquiri e não me arrependo. Ele é super prático, didático e ainda consegue ser divertido. É uma leitura boa, menos enfadonha do que nas gramáticas tradicionais, pois o Pestana usa uma linguagem super comum, como se estivesse conversando com o leitor. Ele ainda dá dicas do que mais é cobrado em provas e dos assuntos que tais bancas preferem. Muito bom!
Por ser voltada para concursos, ela não deve ser uma das mais completas, mas mesmo assim, o autor procura ser mais abrangente em alguns assuntos, mesmo que não sejam cobrados
nas provas, para explicar melhor e mesmo assim, ele avisa…rs.
Fernando Pestana, pelo que pesquisei a seu respeito, tem muita experiência na área de concursos como professor e concursando e seu diferencial, pra mim, é o jeito “humano” de escrever e transmitir conhecimentos, lembrando do tempo em que foi aluno. (:

Mais e-books para concursos públicos!

Depois que conheci os livros digitais, não quero outra coisa. Um livro em papel tem todo um significado especial para mim, mas a facilidade e agilidade que traz ler num tablet, celular ou e-reader, não tem igual! Contudo, infelizmente, nem todos os livros necessários a nós tem a versão eletrônica.
Estudando para concursos e precisando de bons livros direcionados a isso, não encontrei tantas ofertas como encontro em livros impressos, o que restringe os planos de estudos, não impede, mas restringe.
Espero que essa situação mude e que não só em obras para concursos, mas todos os gêneros possam ter sua versão eletrônica.