Tem coisas que não mudam (muito).

Não acho que lugar de mulher seja exclusivamente o cuidado da casa, filhos e marido, ela pode e deve fazer

o que quiser e puder, desde que, como todo ser humano, respeite os limites do próximo.
Mas nós, mulheres, somos terríveis. Adquirimos várias e várias atribuições e não abrimos mão de nenhuma! Ou porque não queremos ou porque não podemos.
Posso deixar a casa nas mãos de minha auxiliar para serviços domésticos, mas não consigo, afinal, nem tudo  fica do jeitinho que quero. Posso deixar meu marido fazer a comida, mas volta e meia me meto a dar pitacos no preparo, mas confesso que a louça é todinha dele! e se ele seca e guarda a louça, eu não fico muito satisfeita, porque nem todos os utensílios estão guardados no lugar correto. Posso deixar as crianças arrumarem seus quartos, gavetas e brinquedos, mas certamente, em algum dia da semana, meterei o bedelho para “corrigir” a arrumação.
Contudo, existe uma coisa que não dá para delegar e só meter o bedelho de vez em quando, não dá para deixar passar por menores que sejam os detalhes… a criação dos filhos/as. Não tenho palavras para agradecer a Deus a oportunidade que tenho de poder estar perto deles.
Nem sempre pude e agora valorizo muitíssimo esse momento de dedicação.
Na realidade, trabalho muito mais agora, me aborreço muito mais, sinto um baita cansaço físico e mental, mas nenhum momento longe deles me traz mais alegria do que perto, mesmo com todos esses “acompanhamentos”.
Quando estão comigo, sei o que tenho que fazer, sei os horários, a disciplina, não tenho tempo de cansar, de dormir, chorar, sofrer ou sentir dor. Não tenho tempo para nada a não ser para eles. Comida, banho, conversas, sermões, chamadas de atenção, carinhos, beijinhos, cosquinhas (cócegas..rs), trabalhos de casa, atenção aos horários, ao tempo, às roupas… Eita! É muita coisa! Que desgaste… que prazer!
Quando estou só, se eu estiver bem, a luta em prol deles continua, preparando a casa para recebê-los de volta. Se eu estiver mal de forma que não consiga cuidar das demais coisas, não sei o que fazer. Aí vem dores, pensamentos chatos, carências, conversas loucas com textos sendo lidos ou com a TV, ou com um filme… ou um sono maldito que arreia ao invés de levantar, que suga ao invés de repor as energias…
Quando eles chegam e começam suas bagunças e eu começo a falar, por mais exaustivo que pareça, me alegra. São minha alegria, alegria esta que um dia partirá dos meus braços e controle para ser a alegria de outra, que espero em Deus, se alegre e muito! E alegre os meus.

Para cabelos (1)

Há algumas semanas ando pesquisando sobre cabelos crespos/cacheados, como o meu. Isso porque os fios brancos chegaram e resolvi dar um “up” no visual, bem de leve, pois ainda sou resistente a gastar muito com cabelos e me tornar escrava de salões e super produções.
Segundo informações obtidas em minhas pesquisas, o melhor tipo de tintura é o tonalizante, pois não tem amônia, o que agride menos os fios e ainda pode ser aplicado em cabelos quimicamente tratados com relaxamento, alisamento ou permanente. 
Descobri também que o tonalizante mais recomendado é o Color Touch da Wella. A linha Básica deste tem bastante variedades de cores e “esconde” em até 50% os fios brancos. A linha Plus cobre em até 70% os fios brancos, mas tem bem menos cores disponíveis. 
O tonalizante não serve para clarear o cabelo – em caso de clareamento, só tinta – e deve ser usado a cada 30 dias, pois ele é menos duradouro que a tinta e vai saindo com as lavagens e por isso, já sei que terei mais esta tarefa fixa em meu calendário… 
Depois de concluir que já havia conseguido informações suficientes sobre tinturas para cabelos crespos e/ou cacheados, fui à luta. 
Comprei o Color Touch, o código da cor/tom foi 6/77, é um castanho escuro. Comprei duas embalagens e preparei as duas achando que por meu cabelo ser muito volumoso iria usar tudo. Engano meu… uma embalagem e meia, talvez até uma daria para utilizar no cabelo todo! Joguei muita mistura fora. Mas, como sou marinheira de primeira viagem, vale os erros.
O processo foi o seguinte: lavei os cabelos com xampu e desembaracei, não passei condicionador. Dividi as madeixas em quatro partes e fui aplicando o produto com um pincel específico pra isso. Como foi a primeira vez que usei, passei no cabelo todo, mas nas outras é só retocar a raiz e distribuir o resto no comprimento, só para dar um brilho a mais (isso eu também ouvi em algum dos vídeos que assisti durante minha pesquisa… rs).
A instrução da embalagem é de que o produto deve ficar no cabelo de 15 a 20 minutos. Eu deixei 45… também ouvi essa dica, mas confesso que não sei se fez diferença. Também envolvi a cabeça com papel alumínio com a parte mais brilhosa para dentro. Isso não está na instrução de uso, mas há dicas…rs.
Na hora de tirar, é só dar um bom enxágue e após, uma boa hidratação com um bom creme. E ficou muito bom!
Não ficou nada diferente da cor natural, só deu mais brilho e vida na aparência seca e opaca que tinha e disfarçou os fios brancos que ficaram meio loiros, mas são bem pouquinhos ainda…
Porém, agora, terei que hidratar o cabelo com frequência, pois por mais que o tonalizante não seja tão agressivo, não deixa de ser química e me obrigará a cuidados especiais, caso contrário, meu cabelo ficará igual a palha de aço!

Ao mestre, com carinho. Saudações de uma eterna aluna.

Aos/Às mestres/as com carinho, muito carinho.

Saúdo aos/às meus/minhas professores/as que tanto me ensinaram e sem exagero, alguns mudaram minha vida em alguns aspectos que mudaram outros e acabaram mudando quase tudo em mim. A estes/as, meu carinho. Merecem muito mais. Merecem muito mais mesmo. 
Tia Ester na Ed. Infantil, IERJ. Lembro que era calma e nos convidou, a mim e a minha família para participar de algum evento, não lembro qual, mas sei que nós fomos. Esta ia além dos muros da escola, foi o que ficou.
Tia Helena, antiga 1ª série, IERJ. Era um doce de pessoa e sensível, lembro dela chorando, lamentando algo com uma outra professora…
Tia Marilene, antiga 3ª série, CIEP Nelson Mandela. Esta me marcou porque era engraçada, ensaiava os alunos para as peças e representava também, morríamos de rir… E me marcou também, pois tudo nesta escola me marcou demais para o bem. Saudades, muitas, dos 2 anos que estive ali.
Prof. Pedro, antiga 5ª série, Geografia, Escola Jair Tavares. Me fez entender o que era magma e península! Eu não esqueci dessa aula. Era engraçado e parecia gostar do que fazia.
Prof. Ester, Português ainda na 5ª série. Lembro perfeitamente do seu exemplo para nos explicar o uso da vírgula: “perdoei, não mate” diferente de “perdoei não, mate.” Era bem baixinha, sempre bem maquiada e arrumada.
Prof. Miguel, antiga 7ª série, Matemática,  Escola Jair Tavares. Excelente! ele olhava para a turma e todos calavam (conversávamos bastante). Era alto, tinha uma figura imponente, impunha respeito naturalmente. E como sabia, meu Deus! Como ele sabia explicar matemática. Certa aula eu conversava um bocado e ele me chamou a atenção depois e eu disse que iria tirar 10 em sua prova. Tirei o 10. Ele como um grande professor, gostou de ter “perdido” o desafio.
Prof. Alexandre, antiga 8ª série, Ciências, Escola Rio de Janeiro. Engraçadíssimo, extrovertido, suas aulas eram prazerosas. Tirei 10 ou 9,0  logo na primeira prova, sendo recém-chegada à escola. Foi uma ótima impressão…rs. Dele, ouvi pela primeira vez que em Ciências, nunca deveríamos marcar como correta uma questão de prova onde houvesse as palavras “sempre” ou “nunca”, pois nada era tão absoluto nesta matéria. Aprendi sobre prótons e nêutrons.
Prof. Cláudia, 1º ano do Ensino Médio, História, CEAPJ. Sem comentários!! Excelente. Nessa aula comecei a escrever sem parar, porque ela falava sem parar! Explicava maravilhosamente bem, contando história… Aprendi a amar História, não me interessava em aprofundar-me devido às preocupações fúteis da adolescência (hoje julgo assim), perdi foi tempo… que pena.
Prof. Delaídes, 2º ano do Ensino Médio, Turismo, CEAPJ. Dedicada. Na época, eu achava que ela era meio doida…rs. Descobri depois que era professora de Geografia mas lecionava para nossa turma Turismo, a matéria técnica na qual estávamos nos especializando. Ela era prática e informada, suas aulas eram engraçadas, buscava sempre um jeito novo de passar a matéria. Aprendi a emitir bilhetes aéreos.
Prof. Fortunato, 2º ano do Ensino Médio, Filosofia, CEAPJ. Ele era demais! Engraçado e ativo, tentava trazer a matéria para o nosso contexto, o que a deixava menos chata para mim, eu detestava Filosofia, mas gostava das aulas dele, ou do seu método de ensino. Ele parecia amar o que fazia. Aprendi sobre René Descartes, “penso, logo existo”.
Prof. Ronaldo, 1º período, Ensino Superior, curso de Turismo. O que me chamou a atenção neste professor era a segurança com que falava, o domínio da matéria, História da Cultura. Me apaixonei por aquilo que eu desejava, mas não conseguia alcançar, aprendia, mas só para fazer uma boa prova. Chegamos a reunir com os alunos, pois ele usava palavras muito rebuscadas e nem todos conseguiam acompanhar as aulas. Ele teve muito boa vontade e sempre que “caprichava” demais, traduzia os termos para nós. rs. Lembro de Taylor e Franz Boas, só dos nomes. Mais tarde iria me apaixonar novamente, nas aulas do Cleinton.
Prof. Bíblia! Nela tomei gosto pela leitura, onde nutri uma vontade incontrolável de estudar e ler, precisava entender os mistérios que nela continha. Precisava estudar e esquadrinhá-la. Tentava me remeter ao seu tempo, mas só conseguia ver o meu. Ah, Bíblia, precisa me fazer ir tão longe…?!
Prof. Edson Martins, EBD, classe de jovens da IBMC. Este merece um espaço bem elaborado aqui. Excelente. O fato de ser um cristão sério, um baita profissional e super estudioso, o fez referência no início e meio da minha caminhada cristã. Era um prazer ouvi-lo aos domingos e uma raiva não conseguir ter acesso a ele… sobre o que eu poderia conversar, além de fazer perguntas?! Grande professor.
Prof. Osvaldo, 1º período de Teologia, Epistemologia. Surreal! Um excelente professor, comprometido com o ensino, com a verdade, com o que se propôs a ensinar. Me deixou maluquinha lendo Edgar Morin, a cada dez palavras lidas somente duas eu entendia…rs. Ainda me deixo enlouquecer, pois o leio até hoje e ainda não consegui aprender grande parte de seus ensinos. Dele, ouvi pela 2ª vez que em Ciência, nada é verdade absoluta. A parte dele, creio, foi bem feita… cá estou: buscando estudar mais e mais. A minha, certamente, ainda está muito incompleta. Aprendi mais sobre amar as pessoas.
Prof. Cleinton, 1º e 2º períodos de Teologia, Antropologia e Sociologia. Sem palavras nem comentários… Espírito jovem, franco, cheio de força e vigor e apaixonado pelo que fazia, era tão nítido que nos fazia apaixonar também, uns gostaram, outros nem tanto. Eu amei! Antropologia mais ainda! Despertou mais e mais meu gosto pela leitura, além da Bíblia.
Prof. Dionísio, 2º e 3º períodos de Teologia, NT I e II. Lindo. Suas aulas eram um bálsamo para mim, muito boas e tranquilas. Muito bom professor, explicava divertidamente bem, nos fazia caminhar nas ruas com as personagens das quais falava/ensinava. Ai, que saudade do Seminário!
Prof. Celeste, 1º período de Teologia, Português. Lindíssima! Doce, incentivadora. Amei suas aulas pelo privilégio de ouvi-la, já que não estudávamos gramática. Ela disse, acerca de uma resenha que fiz, que eu escrevia bem… vindo dela, fiquei toda boba. rs. Queria que ela corrigisse minha Monografia… ao menos lesse e desse seu veredito.
Prof. Leonir,  4º  período de Teologia no Betel, Discipulado. Alguém que toca fundo, profundo. Comprometido e sincero. Busca viver e fazer o melhor que pode para não ser só mais um filho de Deus, mas um real filho de Deus, prega o que vive e ensina com a vida. Um grande professor e discipulador, meu atual pastor.
Minha gratidão a vocês. 

Chambaril

Exercitando a mente novamente!
A Palavra de hoje é CHAMBARIL. Substantivo masculino, é um pau curvo que se enfia nos jarretes (tendão da perna dos quadrúpedes) do porco morto para o pendurar e abrir.

Frase: Analisando bem, para mim, é estranho matar animais para comer, se eu vir o porco na etapa do chambaril, acho que não conseguirei comer sua carne, que é uma delícia!

Aluá

Exercitando a mente…
ALUÁ, esta é a palavra de hoje, escolhi por ser bonitinha e interessante.
É substantivo masculino, apesar de terminar com ‘a’. De origem brasileira (deve ser indígena, descobri que gosto de palavras indígenas!).
Bebida refrigerante feita de água com farinha de arroz ou de milho torrado, e fermentada com açúcar em potes de barro; é também um tipo de refrigerante preparado com cascas de abacaxi pelo mesmo processo.
Será que boa?

Frase: Não tem frase, não sei o que dizer do aluá. Como me falta criatividade…

Ãatá

Exercitando a mente.
A palavra de hoje é ÃATÁ!
Brasileiríssima, doTupi, esta palavra me atraiu bastante por ser indígena. Apesar de parecer, não é substantivo feminino e sim masculino, é uma canoa de pesca com proa e popa achatadas, usada pelos índios do Amazonas.

Frase: Difícil deve ser navegar numa ãatá, pode ser que não seja muito segura…

Não encontrei uma imagem específica da ãatá, mas para ficar na lembrança, uma canoa indígena.

Ábaco

Exercitando a mente.
Palavra de hoje: ÁBACO
Ábaco é um substantivo masculino. Substantivo, segundo minha aprendizagem primária, chamada hoje de fundamental, é o que dá nome a objetos, coisas (é o que eu lembro, pode não ser esta a definição exata). Ábaco é o nome dado a certos aparelhos utilizados pelos calculistas na antiguidade, também usado para ensinar crianças a contar.

Menos importante: na arquitetura é a parte superior dos capitéis (eu não sei exatamente o que é capitel, o que sei é que é a parte superior de uma coluna, então ábaco seria a parte superior da parte superior?!) das colunas clássicas; espécie de aparador antigo; bastão usado pelo grão-mestre dos templários (quanto a este, nem vou procurar o que é isso, pelo menos agora) 

Frase: Ábaco, esta uma palavra que não terá grandes funcionalidades no meu dia-a-dia, ou quase nenhuma.

Altruísta

Ouvi uma dica para exercitar a mente: buscar o significado de certas palavras no dicionário e inseri-las no meu vocabulário.
A palavra de hoje é ALTRUÍSTA.
Esta palavra é um adjetivo e adjetivo, segundo minha aprendizagem primária, quer dizer qualidade. Altruísta vem de altruísmo que é um substantivo masculino e quer dizer: amor ao próximo, filantropia (amor à humanidade).
Sendo assim, altruísta é quem tem altruísmo e é também o antônimo de “egoísta”!
Maior exemplo de altruísta: Jesus, o Cristo.

Frase: será que existe amor altruísta e amor não altruísta?

Amarga Mara Amora

Às vezes, Mara se sente como se não conhecesse “a verdadeira paz que excede todo o entendimento…” Ela não quer nada na vida além dessa paz, não almeja nada mais que isso. Mas agora, dizendo ter essa paz, Mara se sente atormentada pelo “fantasma” da perfeição! Cuidados, medos, mau-humor, lágrimas – muitas lágrimas, mania de perseguição, etc… Fica pensando a que realmente é a sua vida!

Em meio a este momento de aflição, tormento e tantos outros sentimentos mais angustiantes, Mara ora e fala tudo isso com Deus. Ela briga, coitada, como se pudesse, num passe de mágica mudar tudo com suas ordens, depois ameniza para sua vontade, depois apenas sonhos e logo após, encara a realidade. Só ela e Deus sabem quanto tempo esse processo demora…

Dorme a Mara Amarga à sombra do Onipotente… Acorda a Mara Amora!

Pode terminar esta estória?

“Onde possa levar os meus livros, meus livros e livros e nada mais…”

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Meu niver está chegando e peço, caso queiram presentear-me, preciso de livros!! São muitos os que devo ler para desenvolver meu curso de bacharel em Teologia…
Segue nomes dos livros e links abaixo de onde encontrá-los. É só pedir meu endereço e pedir pela net que chega direto aqui em casa.. rsrs.
Gde bjo!! E obrigada aos que me ajudarem, seja em livros, torcendo ou em oração!
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Introdução Socioliteraria à Bíblia Hebraica – Norman K. Gottwald: http://bibliotecacrista.com.br/?p=948
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Jerusalém No Tempo De Jesus – Joachim Jeremias: http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/228856
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A utopia urbana – Gilberto Velho
http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?pchave=A+UTOPIA+URBANA+-+Gilberto+Velho&tipo=simples&estante=%28todas+estantes%29&alvo=autor+ou+titulo
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Airton José da Silva – Antiga cidade de Davi
http://blog.airtonjo.com/2005/12/descoberta-cidade-onde-comeou-revolta.html
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Norman K. Gottwald – as tribos de Iahweh http://www.submarino.com.br/busca?q=Norman+K.+Gottwald+-+as+tribos+de+Iahweh&dep=1&x=0&y=0
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Werner H. Scimidt – Introdução ao Antigo Testamento http://www.erdos.com.br/vitrine_autor.php?id=3827
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Pierre Bourdieu – A econômia das trocas simbólicas http://www.travessa.com.br/A_ECONOMIA_DAS_TROCAS_SIMBOLICAS/artigo/f9a13d0d-6f00-411c-b042-4a7f65e928bd
*
A Bíblia judaica e a Bíblia Cristã. http://www.submarino.com.br/busca?q=a+b%C3%ADblia+judaica+e+a+b%C3%ADblia+crist%C3%A3&dep=+
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Interpretação e Superinterpretação – Umberto Eco http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/760025
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As parábolas de Jesus – Luise Schottroff http://editorasinodal.com.br/produto.php?id=213
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História do pensamento cristão – Paul Tillich http://www.erdos.com.br/detalhe_pro2.php?id=3821
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História da Igreja Cristã – Williston Walker http://davymoura.blogspot.com/2009/12/walker-williston-historia-da-igreja.html
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