Minha fé

Tenho aprendido que a fé é algo íntimo demais para ser imposta ou cobrada. Tenho aprendido a valorizar minha fé, a honrá-la, a não banalizá-la. Por isso, não grito mais aos quatro cantos que tenho uma fé e que as pessoas devem ter também, e a mesma que eu! Não grito mais isso. Mas ainda sussurro. Minha fé evangélica ainda é algo especial demais, tocante demais, emocionante demais e confortante demais… não a abandonaria… ela se fez eficaz nos momentos críticos em que precisei acioná-la e por isso, ainda sussurro que ela vale a pena.
Se Deus me amou primeiro, como prega minha doutrina, é nele que ponho minha fé, é ele que busco através dela.
Não sei se mudou muita coisa, mas meu amor mudou, apesar de ter se tornado menos “operacional” e mais silencioso, acho que está mais presente, mais pensado, mais analisado… não sei se isso é bom ou ruim, mas pra mim, quanto mais complexo e profundo, mais simples tem ficado.
Hoje que dar louvor a quem julgo ser o autor da minha fé, apesar de todas as contradições que ela parece apresentar…rs.

Eu continuo a te buscar, Senhor. Mais em mim e nos outros do que no céu e no invisível. Eu continuo… porque não sei pra onde ir, a não ser para ti.

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