“Fígaro!”

O tipo de proceder que narro aqui não é incomum para crianças, já soube de várias que “praticaram” esta arte: a de cortar o próprio cabelo. Gustavo foi um desses. Segundo ele, numa atividade de corte e colagem em sala de aula, precisavam montar um boneco e para preencher a cabeça do boneco com cabelo, ao invés de cortar pedacinhos de papel e montar o cabelinho, quis colocar cabelo real, o seu, no boneco. 
Engraçadinho ouvir a historia, mas nada engraçado na prática! Ele havia cortado o cabelo no cabeleireiro há uma semana, o corte não é barato e logo na frente da cabeça, ficaram nítidos o que costumamos chamar de “caminhos de rato”. Terrível.